quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

TGV, TRAVA OBRAS NO ALANDROAL


Conselho de Ministros prorroga por um ano medidas preventivas para TGV

O Conselho de Ministros prorrogou hoje por um ano a vigência das medidas preventivas de salvaguarda à programação e execução da ligação ferroviária do TGV do eixo Lisboa- Madrid, que deverá estar concluído em 2013.

A resolução do Conselho de Ministros pretende viabilizar a construção da rede ferroviária de alta velocidade do eixo Porto-Lisboa, evitar a alteração das circunstâncias e condições existentes em determinadas zonas, assim como facilitar e tornar menos onerosa a execução da obra.

O prazo das medidas preventivas fica prorrogado por um ano nas zonas abrangidas pelo traçado previsto nos municípios de Moita, Palmela, Montijo, Vendas Novas, Montemor-o-Novo, Arraiolos, Évora, Redondo, Vila Viçosa, Alandroal e Elvas.

A resolução justifica o prolongamento do prazo com a impossibilidade de “proceder à programação integral do empreendimento público, dada a sua complexidade, nomeadamente as limitações decorrentes do atravessamento de áreas urbanas consolidadas”.

Esta medida significa que, durante mais um ano não se pode construir nada no Concelho de Alandroal, e nos outros concelhos mencionados, na zona dos traçados previstos para o TGV.

Fonte: Público.pt

5 comentários:

Anônimo disse...

Posso estar muito enganado, mas gostava de saber porque é que, o actual governo quer inviabilizar a UNICA mais valia do TGV, que era a linha de transporte de mercadorias.
Se existir por aí algum letrado ou com mais conhecimento, e se se quizer dar ao trabalho de explicar aos mais ignorantes tal medida, agradecia.

Anônimo disse...

Anônimo disse...
Posso estar muito enganado, mas gostava de saber porque é que, o actual governo quer inviabilizar a UNICA mais valia do TGV, que era a linha de transporte de mercadorias.
Se existir por aí algum letrado ou com mais conhecimento, e se se quizer dar ao trabalho de explicar aos mais ignorantes tal medida, agradecia.

14/01/2010 20:07:00
nao ha guito

Anônimo disse...

A vaca secou!

Ahahah!!!

Anônimo disse...

Realmente a grande vantagem do TGV era a linha de transportes de mercadorias, mas que o governo por falta de verbas ou sei lá porquê, não vai construir.

E era a mais-valia porquê?

Porque nos iria permitir enviar e receber mercadorias através do TGV a preços bem mais simpáticos que os actuais, com as mercadorias e serem transportadas por camiões.
Além de se retirarem milhares de camiões das nossas estradas, o país ficava em pé de igualdade com todos os outros países europeus em termos de linhas de transporte de mercadorias.

Para quem não sabe, somos o único país que não tem comunicação por “caminho de ferro “ com os outros países. Porque a bitola das nossas linhas, é maior a do resto da Europa. A nossa vizinha Espanha estava na mesma situação, mas rapidamente criou novas linhas para poder comunicar com o resto da Europa, para não perder o comboio do desenvolvimento. Já
Portugal é o que se vê!

É Portugal no seu melhor!!

Martin

Anônimo disse...

Só gostava de deitar alguma lenha nesta pequena fogueira. (que por não dizer mal de ninguém desta terra tem muito poucos comentários.)
Parece, que os comentaristas, deste e de outros blogues só gostam de lavar a roupa suja do concelho.
A construção do TGV em portugal, só vai ser de alguma mais valia a curto prazo, na construção propriamente dita.
Portugal será responsavel na construção da linha e sistema de transporte em apenas 40%.
A maquina(o comboio), é da responsabilidade da alemanha e da
frança.
Todo o sistema informatico nesseçario, é da responsabilidade da alemanha.
Toda a eletrificação da linha, é feita por: espanha e frança.
A energia eletrica nesseçária ao funcionamento do tgv virá diretamente de espanha e frança, directamente das centrais nucleares deles.

Agora só resta a eterna questão.
- O que é que vamos ganhar?
- muito?(principalmente sem rede de mercadorias)
- nada?(de certeza, porque precisamente a nossa parte, será a que tem menos manutenção, e quando for nesseçária virão tecnicos do estrangeiro para a fazer)
- turismo?(aonde?)
- Empregos?(a muito curto prazo concerteza)
Se pelo menos construissem o tgv a pensar nos interesses comerciais do país, ligando os portos nacionais, a uma rede europeia de mercadorias, juntamente com uma rede de transporte humano, talvez estivessemos ao nivel da nossa vizinha espanha que tem toda a vontade de ter o tgv.